quinta-feira, 10 de maio de 2012

Musica erudita

A Música Erudita



Romântica é um estilo musical que caracteriza o século XIX, diferencia-se do estilo Clássico pelo respeito à atração estética, na clareza , equilibrio e objetividade.




Dentro desse estilo musical existem seus principais compositores tais são eles:



Beethoven: Nasceu dia 16 de dezembro de 1770, viveu e compôs entre a transição do Classicimo e o período Romântico.
















http://br.youtube.com/watch?v=LQTTFUtMSvQ


Robert Schumann: Nasceu em 8 de junho de 1810 na cidade de Zwickau, Saxônia, Alemanha.
Em 1830, em Leipzig passou a dedicar-se exclusivamente à música.




















http://br.youtube.com/watch?v=H0zzzFe1j


Pyotr Ilyich Tchaikovsky: Nasceu em 7 de maio de 1840.



























Richard Strauss: Nasceu em11 de junho de 1864.
Em 1885 Richard Strauss tornou-se assistente do célebre regente Hans von Bülow.


























Frédéric Chopin: Nasceu em1 de Março de 1810 na cidade de Żelazowa Wola.

































http://br.youtube.com/watch?v=6cxkLZoEFEk






quarta-feira, 9 de maio de 2012

Papel da mulher no Romantismo

O assunto "mulher" no Romantismo pode ser dividido em três fases ou gerações:
  • 1ª Geração:,
Na poesia da primeira geração existe um amor bastante puro e cortês, onde a mulher é uma verdadeira princesa, sendo muitas vezes chamada de a mais linda de todas. A imagem na mulher na 1ª Geração é de uma mulher adolescente, virgem e extremamente pura e a alegria do personagem masculino é de apenas falar para ela e enche-la de elogios. Não existe sensualidade e muito menos sexo.
  • 2ª Geração:
Nessa geração começa o inícia da sensualidade, mas mesmo assim ela ainda é bastante reprimida. Mas pela primeira fez no Romantismo, o poeta sugere em suas poesias que deseja sexualmente a melher amada, mas como a mulher ainda era extremamente idealizada ele se sente indigno de tocá-la.
  • 3ª Geração:
Nessa geração o desejo sexual não é apenas sugerido, mas sim plenamente realizado, o autor deseja e acaba por fazendo. Um belo exemplo são as poesias de Castro Alvez, que realizou uma revolução na forma de tra- tar uma mulher romântica. Foi um dos primeiros que, digamos, tirou a mulher do seu ideal de virgem para, literalmente, jogá-la na cama. Com Castro Alves a mulher ideal e virgem se foi e veio a erótica comsumação do amor. ________ Então, como vocês puderam perceber, a mulher no período do Romantismo passou de algo imaculado e idealizado, talvez até um pouco divino, já que o o homem não era digno de tocá-lá para algo um pouco mais vulgar, onde o desejo carnal começou a aparecer e no fim acabou-se por se concretizar esse desejo carnal, onde, enfim, o homem pode tocá-lá e fazer algo mais "físico" com ela.

Poesia Romântica 2


As sem-razões do amor

Eu te amo porque te amo,
Não precisas ser amante,
e nem sempre sabes sê-lo.
Eu te amo porque te amo.
Amor é estado de graça
e com amor não se paga.

Amor é dado de graça,
é semeado no vento,
na cachoeira, no eclipse.
Amor foge a dicionários
e a regulamentos vários.

Eu te amo porque não amo
bastante ou demais a mim.
Porque amor não se troca,
não se conjuga nem se ama.
Porque amor é amor a nada,
feliz e forte em si mesmo.

Amor é primo da morte,
e da morte vencedor,
por mais que o matem (e matam)
a cada instante de amor.




Poesia Romântica

Poesia Romântica

De almas sinceras a união sincera
Nada há que impeça: amor não é amor
Se quando encontra obstáculos se altera,
Ou se vacila ao mínimo temor.
Amor é um marco eterno, dominante,
Que encara a tempestade com bravura;
É astro que norteia a vela errante,
Cujo valor se ignora, lá na altura.
Amor não teme o tempo, muito embora
Seu alfange não poupe a mocidade;
Amor não se transforma de hora em hora,
Antes se afirma para a eternidade.
Se isso é falso, e que é falso alguém provou,
Eu não sou poeta, e ninguém nunca amou.



Amor Romântico


Amor Romântico
 “... Buscar o amor é bom, melhor é achá-lo” (Shakespeare, na obra ‘Noite de reis’)

        Segundo o apóstolo Paulo, “o amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não se vangloria, não se ensoberbece, não se porta inconvenientemente, não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não suspeita mal; não se regozija com a injustiça, mas se regozija com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.” (I coríntios 13: 4-7).

       Amor romântico não significa apenas amar alguém; significa “estar apaixonado”. Este é um fenó­meno psicológico muito peculiar. Quando estamos “apaixonados”, acreditamos ter encontrado o verdadei­ro sentido da vida revelado num outro ser humano. Sentimos que finalmente nos completamos, que encon­tramos as partes que nos faltavam. A vida, de repente, parece ter atingido uma plenitude, uma vibração sobre-humana, que nos ergue acima do plano comum da exis­tência. Para nós, estes são os sinais seguros do “amor verdadeiro”. Este conjunto psicológico inclui uma exi­gência inconsciente de que o nosso amante ou cônjuge nos alimente continuamente com esta sensação de êxta­se e de emoção intensa.

Livros que demonstram o amor romântico: Tristao e Isolda
                                                                     Romeu e Julieta