A Música Erudita
Romântica é um estilo musical que caracteriza o século XIX, diferencia-se do estilo Clássico pelo respeito à atração estética, na clareza , equilibrio e objetividade.
Dentro desse estilo musical existem seus principais compositores tais são eles:
Beethoven: Nasceu dia 16 de dezembro de 1770, viveu e compôs entre a transição do Classicimo e o período Romântico.
http://br.youtube.com/watch?v=LQTTFUtMSvQ
Robert Schumann: Nasceu em 8 de junho de 1810 na cidade de Zwickau, Saxônia, Alemanha.
Em 1830, em Leipzig passou a dedicar-se exclusivamente à música.
http://br.youtube.com/watch?v=H0zzzFe1j
Pyotr Ilyich Tchaikovsky: Nasceu em 7 de maio de 1840.
Richard Strauss: Nasceu em11 de junho de 1864.
Em 1885 Richard Strauss tornou-se assistente do célebre regente Hans von Bülow.
Frédéric Chopin: Nasceu em1 de Março de 1810 na cidade de Żelazowa Wola.
http://br.youtube.com/watch?v=6cxkLZoEFEk
quinta-feira, 10 de maio de 2012
quarta-feira, 9 de maio de 2012
Papel da mulher no Romantismo
O assunto "mulher" no Romantismo pode ser dividido em três fases ou gerações:
Na poesia da primeira geração existe um amor bastante puro e cortês, onde a mulher é
uma verdadeira princesa, sendo muitas vezes chamada de a mais linda de todas.
A imagem na mulher na 1ª Geração é de uma mulher adolescente, virgem e extremamente pura e
a alegria do personagem masculino é de apenas falar para ela e enche-la de elogios.
Não existe sensualidade e muito menos sexo.
Nessa geração começa o inícia da sensualidade, mas mesmo assim ela ainda é bastante
reprimida.
Mas pela primeira fez no Romantismo, o poeta sugere em suas poesias que deseja sexualmente
a melher amada, mas como a mulher ainda era extremamente idealizada ele se sente indigno de
tocá-la.
- 1ª Geração:,
- 2ª Geração:
- 3ª Geração:
Poesia Romântica 2
As
sem-razões do amor
Eu te amo porque te amo,
Não precisas ser amante,
e nem sempre sabes sê-lo.
Eu te amo porque te amo.
Amor é estado de graça
e com amor não se paga.
Amor é dado de graça,
é semeado no vento,
na cachoeira, no eclipse.
Amor foge a dicionários
e a regulamentos vários.
Eu te amo porque não amo
bastante ou demais a mim.
Porque amor não se troca,
não se conjuga nem se ama.
Porque amor é amor a nada,
feliz e forte em si mesmo.
Amor é primo da morte,
e da morte vencedor,
por mais que o matem (e matam)
a cada instante de amor.
Eu te amo porque te amo,
Não precisas ser amante,
e nem sempre sabes sê-lo.
Eu te amo porque te amo.
Amor é estado de graça
e com amor não se paga.
Amor é dado de graça,
é semeado no vento,
na cachoeira, no eclipse.
Amor foge a dicionários
e a regulamentos vários.
Eu te amo porque não amo
bastante ou demais a mim.
Porque amor não se troca,
não se conjuga nem se ama.
Porque amor é amor a nada,
feliz e forte em si mesmo.
Amor é primo da morte,
e da morte vencedor,
por mais que o matem (e matam)
a cada instante de amor.
Poesia Romântica
Poesia Romântica
De almas sinceras a união
sincera
Nada há que impeça: amor não é amor
Se quando encontra obstáculos se altera,
Ou se vacila ao mínimo temor.
Amor é um marco eterno, dominante,
Que encara a tempestade com bravura;
É astro que norteia a vela errante,
Cujo valor se ignora, lá na altura.
Amor não teme o tempo, muito embora
Seu alfange não poupe a mocidade;
Amor não se transforma de hora em hora,
Antes se afirma para a eternidade.
Se isso é falso, e que é falso alguém provou,
Eu não sou poeta, e ninguém nunca amou.
Nada há que impeça: amor não é amor
Se quando encontra obstáculos se altera,
Ou se vacila ao mínimo temor.
Amor é um marco eterno, dominante,
Que encara a tempestade com bravura;
É astro que norteia a vela errante,
Cujo valor se ignora, lá na altura.
Amor não teme o tempo, muito embora
Seu alfange não poupe a mocidade;
Amor não se transforma de hora em hora,
Antes se afirma para a eternidade.
Se isso é falso, e que é falso alguém provou,
Eu não sou poeta, e ninguém nunca amou.
Amor Romântico
Amor Romântico
“... Buscar o amor é bom, melhor é achá-lo” (Shakespeare, na obra ‘Noite de reis’)
Segundo o apóstolo
Paulo, “o amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não se
vangloria, não se ensoberbece, não se porta inconvenientemente, não busca os
seus próprios interesses, não se irrita, não suspeita mal; não se regozija com
a injustiça, mas se regozija com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera,
tudo suporta.” (I coríntios 13: 4-7).
Amor romântico não
significa apenas amar alguém; significa “estar apaixonado”. Este é um fenómeno
psicológico muito peculiar. Quando estamos “apaixonados”, acreditamos ter
encontrado o verdadeiro sentido da vida revelado num outro ser humano.
Sentimos que finalmente nos completamos, que encontramos as partes que nos
faltavam. A vida, de repente, parece ter atingido uma plenitude, uma vibração
sobre-humana, que nos ergue acima do plano comum da existência. Para nós,
estes são os sinais seguros do “amor verdadeiro”. Este conjunto psicológico inclui uma exigência
inconsciente de que o nosso amante ou cônjuge nos alimente continuamente com
esta sensação de êxtase e de emoção intensa.
Livros que demonstram o amor romântico: Tristao e Isolda
Romeu e Julieta
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